Capitulo 35 – Cidade Dos Dragões

Finalmente!
FINALMENTE!!
NÓS FINALMENTE CHEGAMOS EM ADAMANT!!

“Maggie, você tá feliz demais. Tá me assustando…”
“Eu não achei que iamos chegar aqui Alice! Eu estou feliz só de estar viva!”

Chega de florestas perigosas infectadas de criaturas venenosas e parentes de dragões!
Chega de seguir o rio que parece não ter fim!
Chega de dormir em tendas no meio do mato!

Tanta coisa aconteceu que até esqueci que estávamos indo pra alguma cidade, mas aqui estamos: uma cidade com toda segurança e conforto que senti falta desde que renasci!
Posso estar adiantando as coisas, então vou resumir o que aconteceu nos últimos dias:

Após o jantar com Alura, ela se despediu e prometeu que deixaria a floresta mais segura para nós, então partiu. No dia seguinte seguimos a rota indicada por Alice e não tivemos problemas com inimigos venenosos, somente criaturas comuns que tentaram nos devorar. Já estou me acostumando com isso.
A conselho de Goetia, coletei algumas plantas e cogumelos pelo caminho para criar poções.
Logo chegamos ao rio novamente onde havia uma hidra que derrotamos e comemos, então fiz uma ponte para nós e caminhando mais um pouco, passando por um wyvern morto do lado de um montinho misturado de metal derretido, cinzas e alguma coisa queimada que espero sinceramente que não seja carne, nós chegamos.

Porém, a cidade me lembrou bem o continente em que vivemos: homens-dragões em toda parte, pequenos wyverns no telhado e dragonetes andando entre pessoas como cães. Havia também um grupo de homens-dragões-marinhos carregando uma hidra enorme como se fosse qualquer pesca, homens-dragões com placas ósseas e sem asas construindo uma casa carregando blocos de pedra com força sobre-humana e mercadores e aventureiros de todas raças e tamanhos andando pela cidade ou gritando de barracas.

“Nossa! Quanta gente!”
“É como as estórias de aventuras da minha mãe e  nos livros!”
“É a primeira vez de vocês na cidade, não é mesmo?”

Zefferi com certeza já viu várias cidades assim.

“É… Desde que renasci, sim.”
“Sim, sempre vivi na dungeon do meu pai.

De repente uma sombra cobriu o céu por um momento enquanto o povo se alegrou olhando pra cima.
Eu olhei…

“Waaaaaaaaaaaaah!!”

Um dragão prateado enorme voa sobre a cidade!
De corpo delgado e escamas reluzentes, parece até um avião feito de escamas, carne e osso! Os olhos azuis olham para baixo como um predador prestes a pegar sua presa, mas o povo está alegre!

“Este é o rei desse reino, Seyvonir o prateado.”
“Nossa!!”

É incrível e assustador!!
Ele voou até a fortaleza no centro da cidade e entrou por uma abertura enorme no topo.
Fomos até o mercado levando as mochilas cheias de porcarias roubadas pelos goblins.

O mercado era no centro da cidade, ao redor da fortaleza, e se estendia por uma longa rua até o porto. São quilômetros de barracas coloridas e pessoas de todo tipo de raça caminhando.

“Fiquem alerta porque têm sempre um baixinho batedor de carteiras nos mercados.”

Zefferi fez uma pausa olhando nosso grupo de goblins ladrões.

“Esquece o que eu disse. Apenas não roubem ninguém.”

Um dos goblins levantou a mão.

“Não, seja lá o que for é não. Se quiserem alguma coisa, comprem ou troquem.”

Eles concordaram Zeff, ele têm talento pra liderar mas prefere deixar esse fardo comigo e agir por se trás dos panos.

A maioria dos mercadores que vieram do porto eram humanos ou felinos humanóides, mas no geral a principal população aqui são draconianos.
Existem aqueles draconianos com asas que são a maioria, também têm alguns de escamas lisas e brilhantes como vidro e barbatanas que vêm do mar e outros que são enormes e fortes com couro rígido como crocodilo e placas ósseas nas costas.

No mercado nós conhecemos aventureiros e mercadores bem legais, mas estamos exaustos após andar tanto e o que tínhamos de peso carregando de porcaria agora temos em dinheiro, poções, equipamentos, roupas e comida.

“Precisamos descansar. Alice, ache algumas hospedarias pra todos nós.”
“Você já procurou uma hospedaria na cidade?”
“WAAAAAAAAAAH!!”

De onde veio esse cara?!! Ele tava esperando num beco o tempo todo?!

“Só Trivassalo tem os melhores quartos pelos melhores preços.”

Eu duvido que tenha algo com quartos suficientes para uma tribo inteira.

Algumas horas depois…

Pior que ele tinha mesmo! A maior hospedaria da cidade!

Eu, Alice e Goetia ficamos no mesmo quarto, Klein ficou no quarto ao lado do nosso por querer me proteger e Zefferi ficou num quarto sozinho. Os outros quartos estão ocupados por minha tribo.

“Que coisa idiota! Não faz nada!”
“E talvez você foi mais idiota de ter comprado.”

Ela jogou o cubo que segurava em mim, mas desviei rindo dela após a provocação.

Alice caiu na laia de um vendedor esperto com um turbante e comprou uma cubo inútil logo antes dele sumir numa fumaça esquisita.

“Que droga!”
“Um conselho Alice, nunca confie em gênios. Principalmente se estão fora do círculo e sua adaga não tá apontada pra cara deles.”
“Ok… Valeu Goetia.”
“Ele era um gênio?”
“Sim, tinha vários no mercado. Vocês não notaram?”

Nós duas balançamos a cabeça timidamente e a menina suspirou.

“Minha mãe falou que pessoas como vocês são chamadas de noob.”

Agora você feriu meu orgulho garotinha estranha!
Eu posso ser chamada de muitas coisas, mas noob não!

“Diferente do meu pai não leio mentes, então se têm algo pra falar, fale agora Magneria.”

Que pirralha chata! Espero que seja uma tsundere escondendo um lado fofo porque é muito metida.

Bem, amanhã nós vamos na guilda e vou oficialmente ser uma aventureira registrada!

Ascension of Demonlord 06

Szalbar agora é o dono da caravela Silber Engel, uma embarcação de velas triangulares rápida e fácil de manobrar, capaz de navegar em locais vento não favoráveis. Para este mundo, é uma invenção revolucionária dos carpinteiros humanos.

Após seguirem seu curso pela costa do continente chegaram em mar aberto onde é perigo espreita sob o aparentemente calmo oceano, por sorte ou talvez pelo trabalho dos usuários de magia à bordo não encontraram nenhum monstro marinho. Szalbar sabe que um deles foi capaz de evocar uma criatura perigosa então ficou de olho nos magistas, que a capitã chamou de “cambiantes”.

“Por que os chama assim?”
“Quem? Os Cambiantes?”
“…”

Para ele era uma pergunta óbvia então a encarou em silêncio com os impacientes dedos magros batendo na mesa como um pianista.

“É como nós marujos chamamos os magistas especializados em usar magia no mar, preferindo a magia azul e a amarela para controlar água e ventos, abrir caminho e criar obstáculos em geleiras e até mesmo fazer ou dissipar tempestades.”

Ele ficou fascinado e, apesar de não demostrar, com temor dos cambiantes que estão no navio. Mas o brilho dos olho negros não escapou da vista da draconiana que deu um sorriso discreto com os lábios escamados.

“Você tem livros?”
“Não sabia que era um leitor Capitão.”

O tom de deboche dela não afetou Szalbar, ao menos era chamado por um título respeitável invés dos muitos apelidos referentes a sua aparência exótica que ouviu ao longo da vida.

“Livros são conhecimento, conhecimento é poder e poder é necessário para sobreviver.”
“Uma lógica típica de seu povo, não esperava menos.”
“Obrigado. Sua selvageria é igualmente notável e honra seus ancestrais quadrúpedes.”

Ela levantou estalando a língua nos dentes pontudos e olhou com raiva, Szalbar manteve se sentado, calmo, porém pronto para contra atacar.

“Você corta rápido com as palavras também…”

A gargalhada alta que se seguiu mais lembrou aquelas que ele ouviu dos anões enquanto escondido no palácio antes do assassinato, a mulher-dragão se acalmou após o riso desconfortávelmente altos para as orelhas elficas.

“Enfim, alguns dos cambiantes tem seus grimorios, pode tentar ler, eu nunca entendi nada.”

Ela faz um gesto com a mão indicando o caminho pro interior do navio, Szalbar também reconhece que o fato dela não entender o grimorio é típico de uma feiticeira. Feiticeiros, como são chamados na nossa língua, na verdade não é um termo apurado afinal qualquer magista pode lançar um feitiço. São Maginatos, pessoas que nascem com seus poderes mágicos despertos desde do início ou muito cedo em suas vidas e por tanto criam seus próprios métodos, sem estudar grimorios antigos, aprender receitas e fórmulas ou se dedicar a entidades. Por lidarem com a magia de forma tão natural e direta, dificilmente entendem os métodos e rituais de outras classes, embora não seja tão raro aqueles que conseguem e adotam uma segunda classe magista.

Szalbar desceu pela escada em direção à onde dormem os marujos, viu que há alguns seres noturnos dormindo com as luzes acessas, os lampiões balançam com o navio, mexendo as pedras de mana dentro deles e ele pensou nas chances deste navio pegar fogo ou pior já que colocaram qualquer pedra sem se preocupar se é seguro.
Caminhou até uma prateleira onde estão guardados alguns poucos livros e deu uma olhada, alguns eram mesmo grimorios e pode reconhecer que há dois magos, um alquimista e uma bruxa entre os cambiantes. Contando com a xamã e a feiticeira, 6 magistas, ele pensou planejando como proceder em caso de motim.

Os outros livros eram o volume 1 de um Bestiário incompleto da autoria de um tal Zefferi, um manual de regras de um jogo de apostas e um guia para iniciantes de culinária marinha. Por falta de melhores afazeres em um navio, passou o resto da viagem lendo e aprendendo, no quarto dia em alto mar já havia substituído o posto do cozinheiro, um orc obeso com um gancho no lugar da mão esquerda, brincos e um uma presa quebrada.

“Você cozinha bem Capitão.”
“Alquimia e preparo de venenos é muito parecido com culinária.”
“Deveria usar suas facas para alimentar, não matar.”
“Uma senhora já me disse isso. Cortei a língua e servi como uma iguaria pra neta dela.”

O orc assustado se afastou quase caindo escorregando no chão molhado, sua barriga balança e fica com o gancho instintivamente levantado para se defender.

“Foi uma piada.”

O orc ri nervoso enquanto a voz áspera solta um único riso alto vendo a cara do cozinheiro grandalhão tremendo de medo e com os olhos miúdos arregalados. O humor dele é tão negro quanto seu coração, mas de certa forma este é um momento feliz em sua vida.

Porém, momentos como esse não duram para sempre…

Trazendo o Escritor de volta a vida

Um grupo de aventureiros desceu até o submundo para recuperar os ossos e reviver alguém que perderam,após mais de um mês finalmente conseguiram retornar vivos com o objeto de sua busca em mãos.

O necromante fez seu ritual nefasto para reviver o dono desses ossos, mas percebeu que a causa da morte era algo muito poderoso: ele foi sobrecarregado com faculdade e Monster Hunter.

Necromante: Não sei quanto tempo ele vai durar vivo, as provas são esse mês.
Guerreiro: Diz a lenda que ele e um amigo caçaram muitos Wyverns, ele consegue.

Os ossos ganham carne e sangue, ele volta completamente a vida, os aventureiros lhe dão roupas e um celular.

Aventureiros: Bem vindo de volta Hebi.
Hebi: Que? Aqui não é a faculdade, nem o Instagram ou a wiki de MH… Que site é esse?
Bárbara: Seu site! Seu paraíso maluco pra compartilhar suas ideias loucas.
Hebi: Ooh…

Hebi tenta usar a técnica secreta dos Joestar para fugir das suas responsabilidades, mas eles o seguram.

Clériga: Nós fomos até o inferno te resgatar! Fica aqui e escreve Outra Light Novel e as outras!

Hebi, após ser obrigado por este grupo de heróis, voltou a vida em seu site.

Eu não estou morto e nem o RPG

Aqui está a ficha e o que temos até agora no livro do RPG: Espero que não tenha perdido as esperanças

Se quiserem podem editar o livro e a ficha e enviar pro email “themadheaven@gmail.com” ou pelo Discord “Hebi_TMH#2611”, vou ver as melhorias que fizerem. Agradeço desde já a toda contribuição e me desculpo pelo material de baixa qualidade e demora pra postar isso.

Estou trabalhando nisso ainda, não coloquei o sistema de criação de equipamentos que eu e meu amigo fizemos.

MW 27 Sem Música No Título (por razões)

Carone: Vou ser sincera com vocês: Vocês são horríveis.
Conde, Jey, Ran e Star: …….Que?

Carone suspira, ela está no seu “jardim” com os outros e estão com os equipamentos de treinamento que pediu para Jey anteriormente. São alguns bonecos de madeira para treinamento e armas falsas.

Carone: Eu vi vocês lutando em Arcadia e vi o Jey pela TV, vocês são muito despreparados.
Jey: Aí! Eu tinha enchido meu corpo de magia preparado pra enfrentar os brothers lá!
Carone: Jey! Você quase morreu várias e várias vezes porque se descuida! Mek! Biding Sacrifice!

Um círculo aparece ao redor dele fazendo uma rocha surgir e correntes douradas o prendem na pedra.

Carone: Conde, você é um cara legal com pensamento rápido, mas não confia em nós e acha que é melhor sozinho. Eu vejo isso, você é super confiante demais. Golden Virgo 3!

Os sentidos dele são retirados tornando Conde completamente cego, sem paladar e olfato. Logo Carone se vira pra Star e esta lança um feitiço luminoso com a varinha e Carone rebate para longe com a mão, então ela gesticula fazendo a varinha voar para sua mão.

Carone: Você confia demais na sua ferramenta, acredita que sem ela é só uma humana normal, mas uma bruxa de verdade não precisa de varinha. Asten!

Star cai sentada e não consegue se levantar, Carone se vira pra Doc e Ran que estão ambos com suas mãos envoltas em seus respectivos elementos.

Carone: Hum… Vocês dois são inexperientes e só sabem usar seu Hx.

Ran ataca com uma rajada de luz e Carone se protege com a mão, então Ran já estava em suas costas com a katana na mão e um terceiro braço saindo do ombro de Carone a impediu. A outra face apareceu na nuca mostrando a língua de brincadeira.

Carone Emocional: Você é muito impulsiva e apressada. Dark Rainbow!

Ran atacou mesmo assim, porém não percebeu que estava extremamente lenta, como se o tempo tivesse parado para ela, então Carone simplesmente caminhou para Doc antes de Ran sequer alcançar onde ela estava antes.

Doc: Eu nem vou tentar nada!
Carone: E este é seu problema Doc, você desiste antes de tentar, achando que vai falhar. Você é covarde.

Carone o derrotou apenas com suas palavras o deixando cabisbaixo então foi para frente dos outros, evocou duas criaturas do tamanho de crianças feitas de madeira que colocaram Ran no lugar como um estátua que se mexe lentamente.

Carone Lógica: Eu disse. Vocês não estão preparados para enfrentar qualquer situação. Diferente de Eaters que são bestas movidas pela fome, pessoas pensam e aprendem, podem esconder segredos e confundir ou desarmar vocês.

Ela gesticulou e as armas de todos voaram até suas mãos azuis turquesa, com o busto e braços da outra Carone em suas costas ela consegue segurar tudo, ambas cabeças falam em conjunto com suas mentes unidas.

Carone: O primeiro passo para se corromper é confiança. Se você confia demais no seu poder, na sua arma ou em si mesmo será corrompido pelos estes. Mas se não confiar em vocês e o que tem disponível irão ser traídos por sua própria mente, os fazendo perder por acreditar que não conseguem vencer.

Carone cancela seus psychos e bane suas magias.

Carone: Mas o mais importante, confiem nos seus amigos, acreditem neles e os ajudem, se forem seus amigos verdadeiros farão o mesmo por você.

Eles olham para ela ainda confusos sobre como agir, Carone se vira para o rosto de emocional falar diretamente com eles.

Carone: Vocês todos estão à um passo de se corromperem por seus próprios problemas, eu não posso deixar isso acontecer!
Jey: Yare yare daze… Odeio como você sempre tem razão.
Ran: É… Acho que isso foi pra ajudar a gente então… Obrigado, eu acho.
Conde: Tirar meus sentidos foi uma boa jogada, confundiu meu corpo e quase apaguei.

Por instinto, ele quase adormeceu porque foi como se estivesse no seu esconderijo, protegido na escuridão e silêncio da sua tumba.

Carone Emocional: Eu pensei em entrar na mente de vocês, com suas permissões é claro, mas da última vez não deu certo.
Ran: O que aconteceu?
Doc: Viu algo… Ruim na cabeça de alguém?

As duas cabeças suspiram e falam em uníssono.

Carone: Jey.

Todos olham para ele e o mago louco dá de ombros.

Carone Lógica: Vi vários dele mesmo, tocando e cantando em uma banda, a plateia era um monte de garotas. E três Jeys estavam vestidos de jóquei.
Carone Emocional: Eu amo meu irmão, mas tantos dele… Meus deuses, é um pesadelo!
Conde: Então o que vamos fazer afinal?
Carone Lógica: Vocês vão treinar todo dia após o torneio, eu vou supervisionar. Jey, eu confiei em você, mas claramente não tava preparado.
Jey: Qualé? Eu fui mó bem na luta, derrotei o cara!
Carone: Eu vi pela TV, você quase morreu. Os narradores já iam dar a vitória ao outro cara.
Jey: A TV mente.
Ran: Ué, você quase morreu mesmo.
Star: E trapaceou pra vencer, programou um Psycho, uma magia e um Divinita para que fossem ativados quando perdesse a consciência.
Jey: Ei, não é trapaça se não for descoberto!
Star: Eu descobri, então é trapaça.

Jey faz uma cara de desgosto ao ser contrariado ficando sem repostas.

Jey: OK! Vamos treinar mais então…
Carone: Outra coisa importante, sua ideia foi boa Jey. Usaremos sua sigilação como magia runica. Você faz em Conde e Doc, eu faço em Carone e Star.
Ran: O que farão afinal?

Carone olha pra Jey e ele entende, retirando a camisa mostrando um corpo cheio de símbolos e runas tatuados com rena sobre a pele pálida.

Star: Você é louco?!
Jey: Sim, e um gênio também.
Carone: Vamos colocar servidores nas suas roupas também.
Star: Isso deveria ter esgotado toda sua energia! Não sei como está de pé!
Jey: Com a atenção de todos voltadas pra vocês e a energia psíquica residual de Psychos, irão ficar muito poderosos.
Star: Mas isso não é perigoso?! Vão se tornar conscientes e se voltar contra nós!
Jey: É por isso que que colocamos na roupa, ela será destruída em batalha junto com o servidor.

Star fica impressionada com as técnicas desses dois, sendo uma bruxa tradicional nunca teve uma ideia assim. Os outros três apenas observam sem entender muito.

Ran: Então… Podemos começar?

Todos confirmam com a cabeça e começam seu treinamento.

Spam Desgraçado!

Eu ignorei os primeiros, mas já tá ficando demais. Se alguém souber, me fala como me livrar desses miseráveis!

Isso tá pior que os spam de site porno no Instagram, tá todo dia alguém comentando no Capítulo 1 de Outra Light Novel Com Nome Grande com um link. Toda vez reporto como Spam, mas os filhos de strïrr não param.

Cara, é uma merda quando você fica feliz que alguém comentou na sua obra e quando vai ver é um spam.

Se você que tá fazendo essa merda tá lendo isso, tenho esse presente pra você.

Uma Personagem que Merece Aniversário

Sempre reconheci que eu não teria o site e nem toda visibilidade no Wattpad se não fosse todas pessoas que ajudaram, mas parando pra pensar Outra Light Novel Com Nome Grande foi o que abriu as portas para mim.

Apesar de que tinha começado com uma brincadeira despretensiosa, cresceu quase para além do meu controle como uma egregora revoltada que tenta consumir seus criadores descuidados.
Por isso que decidi comemorar o aniversário da protagonista, porque sem ela não teria essa estória, por consequência nada do que conquistei depois.

Além disso eu pensei em largar esse projeto várias vezes, porque perdi a inspiração ou fiquei com preguiça, mas como não quero ser o novo Rei dos piratas Drops, eu continuei a escrever. Eu nunca completei nada, então se algo dura 1 ano na minha mente merece reconhecimento (falando nisso o site completou 1 ano em janeiro, mas sem WiFi não pude fazer nada e já decidi que o aniversário do The Mad Heaven (Não só o site) é 31 de Outubro mesmo.)

*****

Maggie estava no centro da sala, cercada por outros personagens e seus fãs, leitores da Outra Light Novel Com Nome Grande. Todos em conjunto batiam palmas e diziam “parabains”.
Maggie emocionada sorria e chorava, ver todos ali por ela era mesmo especial.

“Muito obrigado pessoal!”

Maggie sorri para vocês e ri sem graça.

“Mas meu aniversário é só dia 5 de Fevereiro…”

Ops.
É…
Rápido, alguém edita e coloca o chapeleiro da The Mad Heaven no lugar dela!

Até logo e o que você daria de presente para Maggie?

Capítulo 34 – As Três Cidades

Seguimos a deusa em forma “lamianóide” para dentro da caverna, Klein se alegrou provavelmente pensando que era eu e então se armou com seu escudo vendo que não era, mas relaxou ao ver que estávamos juntas agora.

“Me perdoe minha deusa, tive que me levantar contra você por minha amiga.”

Ele se curvou e ela passou direto apressada para ajudar Zefferi, então ela afastou a outra curandeira hobgoblin e se aproximou de Zefferi.
Acho que ela está identificando o veneno e… Eita! Ela beijou ele!

“Caramba! O Zefferi e a deusa são namorados?”
“Goetia, não olha!”

Klein tapou os olhos de Goetia.

“Me solta seu idiota verde! Lembra onde e com quem eu morava? Já vi mais do que eu queria lá!”

Prefiro nem saber o que ela pode ter visto, só de pensar em tentáculos e demônios…
Zefferi abriu os olhos e viu a situação em que está então parece ter entendido ou não se importar. Algum tempo depois Alura se levantou com o que parecia ser o antídoto escorrendo dos lábios.

“Francamente, as vezes penso que você se envenena de propósito só para que eu precise te curar.”
“Como se eu fosse quase morrer apenas por um beijo de uma dragoa.”

Os dois riem juntos e Zefferi vê que não estamos entendendo absolutamente nada.

“Permitam-me, esta é a filha de meu bom amigo Aladromos, Kao Tomo Alura. Mais de uma vez fui salvo por ela, principalmente por falta de um bastão de herpetologista.”

Tenho a impressão de que ele é do tipo que iria alimentar crocodilos com a filha no colo. Fique longe das áraias Zeff.

“Nós… Conhecemos ela. Ela tentou me matar por heresia.”

Alura virou os olhos e Zefferi a repreendeu com o olhar, mas ela ignorou.

“Zefferi, por que estava ajudando essa planta?”
“A profecia de Arumi, além disso, estou em débito com ela e nos tornamos amigos.”
“Você cria mais débitos do que paga. Enfim, meu trabalho está feito, vou voltar para…”

A menina goblin de antes a segurou pela cauda a interrompendo, Alura se virou com raiva, mas parece perdoar por ser uma criança.

“Senhora deusa, eu não sei se você recebeu as oferendas do papai então pode por favor jantar com a gente?”

Que fofinha! Eu queria que Goetia fosse tão fofa quanto essa goblinzinha, mas fazer o que né…

“É… Claro, eu sempre recebi as oferendas. Mas posso jantar sim.”
“Vou preparar meu melhor guisado para nossa deusa!”

Klein vai buscar o caldeirão que carregamos pra fazer comida e alguns goblins ascendem a fogueira tentando mostrar para deusa o quanto são espertos por saberem usar o fogo.
Honestamente achei que a treta com a deusa seria maior dado ao tamanho do problema que arranjei.

“Plantinha, quero que saiba que apenas não te matei porque ele estava me impedindo.”

Sinto um calafrio e um medo no coração quando ela aponta para meu lado onde não havia ninguém. O pior é que agora sei de quem ela tá falando…

“Hm… Mu? Não vi você aí. Ah sim, o elfo. Pois é, terá que esperar muito se depender da sorte dele. Ela também pelo visto.”

Não seria estranho uma criança da idade de Goetia ter um amigo imaginário, mas ela está falando com uma entidade invisível!

“OK, mas não sou sua arauta. Maggie?”

Eu fico pálida por um momento.

“Diz.”
“Ele disse que foi só dessa vez e já está que está esperando pela próxima.”
“Isso não é muito animador…”
“Também disse que para entender porque é ‘escolhida’, precisa ir para Adamant, Bhalzarfia e Kalkazia.”
“Interessante, você é mais do que uma herege então…”

A deusa sibila, dessa vez sem muito sarcasmo em sua voz. Klein retorna com o caldeirão e começa a preparar o guisado também com a expressão de uma criança tentando impressionar os adultos com o que sabe fazer.

“Escolhida? O que eu perdi?”

Zefferi está claramente confuso, então aproveitei que estamos todos aqui para contar minha experiência com a Morte.

“Entendi. Eu iria supor que foi uma alucinação causada pelo veneno se eu mesmo não estivesse no corpo de um elfo com uma deusa dragão logo ali.”
“O mundo de vocês era tão diferente assim?”
“Bastante.”

Alice respondeu por nós e concordamos, Alura deu de ombros e olhou o guisado que Klein prepara.

“Nosso plano original era ir para Adamant de qualquer forma, mas não acho uma boa ideia chegar perto de Bhalzarfia e Kalkasia.”
“Minha mãe é de Kalkasia, disse que é um lugar bonito onde vivem muitos humanos e todos são muito fiéis.”
“Por cima dos panos é mesmo pequena, mas aquele lugar tem uma igreja bastante opressora quanto a magia e ciências, principalmente ocultismo e alquimia. A corte também está cheia de intrigas de familia e ouvi dizer que vampiros são os verdadeiros donos do lugar.”

“Nossa! Parece uma mistura de séries populares.”
“Adorei! Só faltou zumbis.”

Então ela gosta de séries, não sabia…

“Zumbis… Verão muitos em Bhalzarfia. Aquele lugar é uma terra maldita abandonada por nós deuses. Praticam artes obscuras como necromancia, hematomancia e até eromancia. É um lugar tão profano que demônios se materializam com facilidade e anjos que tem o azar de sobrevoar esta cidade são capturados com ganchos e redes para ser corrompidos, escravizados ou sacrificados.”

Até Alura falou com temor…

“Meu pai é de lá.”

Isso, de algum modo, não é surpresa.

“Mas a música de lá é ótima, um renascido inventou algo chamado que chamou de Metal.”
“Mas e Adamant? Como é lá?”
“É a maior cidade da superfície desse continente, habitada principalmente por draconianos, está crescendo graças ao comércio portuário e a proteção do antigo e do novo rei.”

Dois Reis?
Zefferi viu a confusão em meu rosto e continuou.

“O antigo rei foi um aventureiro aposentado que protegeu o lugar, o atual é um dragão prateado.”
“Nossa! Um dragão protegendo a cidade!”
“Seyvonir, me lembro dele. É Psionico e tão orgulhoso que só fala através da mente de um servo.”

Orgulho parece ser algo comum entre dragões, aquele demônio deveria escolher um deles invés de mim.
[ Impossível. O poder dos demônios está equivalente com os dragões e deuses. ]
Então… Espero não ter problemas com outros dragões, demônios e deuses…
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.
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É óbvio que vai acontecer, mas pelo menos tô tentando pensar positivo!

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Se isso não foi postado na data certa, é porque estava sem Internet.